Estive pensando nos resultados de algumas coisas que andei passando. Esse começo de ano foi a época de colher tudo o que fiz nos meses anteriores e a colheita não foi boa. Foram mais percas do que ganho e não posso chorar por saber que só existe um culpado. Eu já falei para alguns que prefiro ser o vilão do que vítima. Mas agora eu prefiro fazer tudo dar certo. Quero mais ganhos do que percas.
Não criei metas para o ano novo, não pulei 7 ondas, não tenho um rumo certo. eu não sou a pessoa certa, mas estou tentando ser uma pessoa boa, não quer dizer que sou sempre mal. Eu só preciso de uma colheita lucrativa. D=
domingo, 17 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Life under undead
Eles dizem que não devemos acordar um morto
mas é um sonho sem beijos que faça algo acordar
O relógio diz que está tarde e envelhecendo
Não se deve tirar o sono de um morto.
Ele dorme em minha cama, pensamentos e sonhos.
Não vai deixar a mim, eles e os outros.
E eu não quero ver ninguém partir.
posso gritar, apedrejar, abraçar e chorar
posso deixar tudo sair de sua boca
posso cair e nunca sentir meu corpo no chão
embora um dia eu tenha que perceber que eu sou aquele morto.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Azul
Esse mês rolou o festival de cinema internacional no Recife, rolou o FLIPORTO, mas não fui. Estava louco demais com os trabalhos da faculdade, mas sei que perdi muita coisa bacana.
Deixei esse post por uns minutos com o Bandarra: http://tiberioazul.blogspot.com.br/
Mas agora já estou livre, estou em outro curso, agente de informações turisticas, estou querendo tempo para a leitura, vivo ocupado com a preguiçade olhar o nada, acho que deveria até ter um emprego para isso. Olhar o nada, não causa algum mal. Talvez algum problema ocular. Mas não agride ninguém, talvez minha mãe que me manda procurar emprego.
Enfim, sem os fins que agride o que estou (não sou) agora (feliz). Deixo apenas com uma frase de Tibério Azul:
Deixei esse post por uns minutos com o Bandarra: http://tiberioazul.blogspot.com.br/
Mas agora já estou livre, estou em outro curso, agente de informações turisticas, estou querendo tempo para a leitura, vivo ocupado com a preguiçade olhar o nada, acho que deveria até ter um emprego para isso. Olhar o nada, não causa algum mal. Talvez algum problema ocular. Mas não agride ninguém, talvez minha mãe que me manda procurar emprego.
Enfim, sem os fins que agride o que estou (não sou) agora (feliz). Deixo apenas com uma frase de Tibério Azul:
Começa na arte, estende-se pela vida.
Não o deixo. quero lembrar da minha existência no twitter com Tibério. Ele estava de bobeira divulgando um dos shows dele no centro-oeste desse Brasil, falava sobre chuva. logo respondi "Olha, choverá não, por que aqui em Recife, no teu show tinha tudo para chover mas até a lua brincou de sol.". Ele gostou da lua brincando de sol que usou num outro tweet. Fiquei feliz, é bobeira para você, mas para mim que o adoro como cantor, compositor e poeta foi uma benção. Azul tem muito para dizer e eu posso ficar olhando o nada e o escutando.
Eu sem Eu
A vida nem sempre é do jeito que você quer. Sabendo disso, vivemos sem a pretensão de algo. Se queremos, não temos. Se pararmos de querer, teremos. E o mundo gira por esse gás que nunca foi oxigênio. Artista de uma faceta só nunca foi artista. Se é artista, é um mundo, é tudo e é nada quando ninguém o olha. Ninguém está em apenas um lado do barco. Somos sul e norte. Somos a negatividade do positivo. Eu estou dentro do eu que está dentro de um outro eu que nem conheço. Então sou uma parada para a mordida da minha comida. Sou não, sou o eu faltando o eu dentro desse eu que acho que conheço.
Queria ser ele: fala, brinca, anda com os outros. Mas acho que ele é um pouco de mim, esconde a solidão, a alimenta com as conversas. Mas olha isso, escuta como ele fala, queria mesmo ser ele. Esconder o que sou, mas todos me conhecem assim. Não deu para fingir ser ele. Ele já existia antes de mim. Nada não, posso fingir estar orgulhoso comigo mesmo.
Nem lembro do que estava falando: era do mundo ou era sobre mim. Não importa, sou ele e ele é eu. Somos um separado por um espelho e grudados pela gravidade. Um dia o deixo, não preciso ser eu, não preciso ser ele, não sou ninguém. Quem é você?
Queria ser ele: fala, brinca, anda com os outros. Mas acho que ele é um pouco de mim, esconde a solidão, a alimenta com as conversas. Mas olha isso, escuta como ele fala, queria mesmo ser ele. Esconder o que sou, mas todos me conhecem assim. Não deu para fingir ser ele. Ele já existia antes de mim. Nada não, posso fingir estar orgulhoso comigo mesmo.
Nem lembro do que estava falando: era do mundo ou era sobre mim. Não importa, sou ele e ele é eu. Somos um separado por um espelho e grudados pela gravidade. Um dia o deixo, não preciso ser eu, não preciso ser ele, não sou ninguém. Quem é você?
domingo, 11 de novembro de 2012
Brincar na Música
Hoje é o último dia do festival de bonecos do mundo do SESI que está no 13 de maio. Fui ontem para ver pato fu em um dos seus melhores momentos no tour música de brinquedo acompanhado com os bonecos do giramundo. O set list, as piadas são as mesmas do DVD, mas não me deixou menos empolgado para ver ao vivo. Ver a praça lotada foi uma surpresa, já que nos outros dias ela é abandonada e mal iluminada.
Essa é a segunda vez que o Música de Brinquedo toca em Recife, são dois anos de tour. A Takai lançou recentemente seu segundo CD solo. O música de brinquedo tem músicas nacionais e internacionais: de Rita Lee até Queens. Lembrei que estava querendo ir a shows de banda antigas antes que elas acabassem, mas tá aí o pato fu que está mais ativo do que... enfim, músicas bacanas para ninguém se perder, são clássicos recontado numa maneira divertida.
Soube que em Janeiro o Matanza tocará em Recife, então o mundo não pode acabar ainda. e ainda nesse mês vou para um show de metal.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Chernobyl
Esse foi mais um filme que o roteirista seguiu algum livro chamado "Como Fazer Um Filme de Terror/Suspense". É até cansativo falar sobre filmes de terror quando um filme não traz algo novo. Ok, Seis jovens acabam indo para uma cidade chamada Pripyat onde aconteceu um acidente nuclear há 25 anos atrás. E que na noite eles descobrem que pessoas sobreviveram e viraram algum tipo de zombie noturno.
Aos poucos as pessoas vão morrendo, se perdendo e se achando. Coisas que você pode achar em qualquer outro filme de terror (descupem, estou de mau-humor, eu até gostei do filme para falar a verdade, assisti quando esteiou no Brasil).
É mais um desses filmes que você não sabe se é mais um trailler ou se o filme realmente começou. Dessa vez quis estar no filme, sentir o medo.
Um ponto positivo é a roda gigante, apesar de nunca ter entrado numa, amo rodas gigantes, ainda mais rodas gigantes desativadas, sujas. Acredito que o motivo de amar seja por causa do primeiro cd da banda que mais amo My Chemical romance, tem uma roda gigante pegando fogo no capa de trás do cd. Outro ponto positivo foi a surpresa de ouvir "No Reflection" nos créditos. Saí dançando.
Capa de trás do cd do MCR - "Bullets"
P.S. toda noite que vou dormir, penso no filme Atividade Paranormal 4.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Teu gênero não é mais nobre que o meu. Se o salgado mar te levas, o que me resta? Pedaços do que és em mim — simples reflexos partidos em mil flexões do que deixei de ser pelo o que você não foi.
Teu romance são páginas brancas, tuas letras
Eu e Lix souza fizemos enquanto uns colegas de turma se apresentavam, segue aqui o blog dela embora é mais fácil alguém do blog dela me visitar
http://vinteetresdeagosto.blogspot.com.br
Teu romance são páginas brancas, tuas letras
são vazias. Não és o que ontem fostes. Não devoro o que me escreves, viajei para outro enredo.
Minha regência é tua lembrança morta que se faz em presença e meu guia não é mais que o vento por entre fios e rios. Já não me perco entre o torpor, o sabor e o desejo: és o meio.
Ah, como é bom lembrar quando fui as mãos que acariciavam tua testa. Eu era os pés nos seus pés, as cócegas nos seus quadris e pernas. Mas minha voz não te vibra, minhas palavras não se escutam. Sou confuso em seus olhos
— tirai os óculos.
Eu e Lix souza fizemos enquanto uns colegas de turma se apresentavam, segue aqui o blog dela embora é mais fácil alguém do blog dela me visitar
http://vinteetresdeagosto.blogspot.com.br
Atividade Paranormal 4
Dessa vez fui com um amigo-irmão e mesmo assim fiquei com medo. Antigamente não sentia tanto medo -quase nada- quanto hoje. Coloco a mão na boca, prendo a respiração, me sinto tão humanos.
Enfim, não assisti aos anteriores, entrei na sala com medo de sair perdido, mas o filme é independente dos demais. Tem uma pequena introdução de uns acontecimentos de 2006 essencial para entendimento do enredo que acontece em 2011. O filme é filmado (claro) parte com câmeras, filmadoras e até web cam. O chato é que não tem um começo e um final musicalizado. Você entra na sala sem saber se é trailer e só percebe o fim do filme por que os créditos aparecem. É um diferente modo de fazer filme, traz uma identidade pra si. Chato mas interessante.
Como no filme "A Entidade", o espirito tem origem antiga, dessa vez é dos hihitas, tem símbolos e uma pitada de bruxaria.O filme rendeu comentários de mim e de meu irmão Thiago. "O que aconteceu com o hunter?" era uma delas. Como num bom filme de terror, todos morrem. As cenas de mortes são outro ponto negativo, do nada como se o tempo e o dinheiro estivessem acabando, resolvem matar. Ri de nervosismo e fechei os olhos de medo, mas vou procurar os anteriores...
O próximo será Frankenwennie, um filme de Tim Burton.
Enfim, não assisti aos anteriores, entrei na sala com medo de sair perdido, mas o filme é independente dos demais. Tem uma pequena introdução de uns acontecimentos de 2006 essencial para entendimento do enredo que acontece em 2011. O filme é filmado (claro) parte com câmeras, filmadoras e até web cam. O chato é que não tem um começo e um final musicalizado. Você entra na sala sem saber se é trailer e só percebe o fim do filme por que os créditos aparecem. É um diferente modo de fazer filme, traz uma identidade pra si. Chato mas interessante.
Como no filme "A Entidade", o espirito tem origem antiga, dessa vez é dos hihitas, tem símbolos e uma pitada de bruxaria.O filme rendeu comentários de mim e de meu irmão Thiago. "O que aconteceu com o hunter?" era uma delas. Como num bom filme de terror, todos morrem. As cenas de mortes são outro ponto negativo, do nada como se o tempo e o dinheiro estivessem acabando, resolvem matar. Ri de nervosismo e fechei os olhos de medo, mas vou procurar os anteriores...
O próximo será Frankenwennie, um filme de Tim Burton.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Entidade
Resolvi começar a assistir apenas filmes de terror, suspense ou mórbido nos cinemas. hoje acabei de ver... o filme foi tão bom que esqueci o título... Lembrei! "Entidade".
É sobre um escritor que ficou famoso com um livro de ficção policial, então decide criar um outro livro após 10 anos. Ele se muda para outra cidade em busca de respostas para o assassinato de uma família, embora apenas uma criança sobreviveu. No sotão da casa ele encontra antigos rolos de filmes, com esses filmes a trama vai desenvolvendo.
O suspende tem todos os elementos necessário para um filme do gênero. A casa mesmo de dia é escura; a sonoridade se intensifica, tem um silêncio e depois o susto. Me senti sufocado a cada respiração do personagem principal.
Fazia tempo que não saía para o cinema sozinho, talvez o medo se tornou maior por estar sozinho e aos meus lados casais que abraçavam a cada susto, podiam comentar o filme...Enfim; O filme não é ruim, o "monstro" não é tão feio quando você escuta banda de death metal. Dá para levar uns sustos, gostei das mortes, embora a última seja mais recorrentes. A última vez que vi enforcamento coletivo foi no tosco filme chamado "Fim dos tempos" do mesmo diretor e roteirista de "Dama na Água".
Talvez a parte tosca desse filme seja uma das garotinhas de capa de chuva ajeitando o cabelo para fazer o shhhi ( pedir silêncio à câmera), fora isso...
o próximo será "Atividade Paranormal 4". Não assisti aos anteriores, ouvi dizer que não é preciso. E acho que será tosco. Bem, eu achei tosco "Entidade" antes de comprar o ingresso.
É sobre um escritor que ficou famoso com um livro de ficção policial, então decide criar um outro livro após 10 anos. Ele se muda para outra cidade em busca de respostas para o assassinato de uma família, embora apenas uma criança sobreviveu. No sotão da casa ele encontra antigos rolos de filmes, com esses filmes a trama vai desenvolvendo.
O suspende tem todos os elementos necessário para um filme do gênero. A casa mesmo de dia é escura; a sonoridade se intensifica, tem um silêncio e depois o susto. Me senti sufocado a cada respiração do personagem principal.
Fazia tempo que não saía para o cinema sozinho, talvez o medo se tornou maior por estar sozinho e aos meus lados casais que abraçavam a cada susto, podiam comentar o filme...Enfim; O filme não é ruim, o "monstro" não é tão feio quando você escuta banda de death metal. Dá para levar uns sustos, gostei das mortes, embora a última seja mais recorrentes. A última vez que vi enforcamento coletivo foi no tosco filme chamado "Fim dos tempos" do mesmo diretor e roteirista de "Dama na Água".
Talvez a parte tosca desse filme seja uma das garotinhas de capa de chuva ajeitando o cabelo para fazer o shhhi ( pedir silêncio à câmera), fora isso...
o próximo será "Atividade Paranormal 4". Não assisti aos anteriores, ouvi dizer que não é preciso. E acho que será tosco. Bem, eu achei tosco "Entidade" antes de comprar o ingresso.
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